quinta-feira, 22 de julho de 2010

Doença sexualmente transmissível

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Doença sexualmente transmissível (ou DST) ou Infecção sexualmente transmissível (ou IST) é a designação pela qual é conhecida uma categoria de patologias antigamente conhecidas como doenças venéreas. São doenças infecciosas que se transmitem essencialmente (porém não de forma exclusiva) pelo contato sexual. O uso de preservativo (camisinha) tem sido considerado como a medida mais eficiente para prevenir a contaminação e impedir sua disseminação.

Vários tipos de agentes infecciosos (vírus, fungos, bactérias e parasitas) estão envolvidos na contaminação por DST, gerando diferentes manifestações, como feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.

Algumas DST são de fácil tratamento e de rápida resolução quando tratadas corretamente. Outras são de tratamento difícil ou permanecem latentes, apesar da falsa sensação de melhora. As mulheres representam um grupo que deve receber especial atenção, uma vez que em diferentes casos de DST os sintomas levam tempo para tornarem-se perceptíveis ou confundem-se com as reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher, em especial aquelas com vida sexual ativa, independente da idade, consultas periódicas ao serviço de saúde.
Cartaz americano de propaganda direcionada aos soldados e marinheiros da II Guerra Mundial, alertando contra o risco das DST's.

Certas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves como infertilidade, infecções neonatais, malformações congênitas, e aborto (no caso de gestantes), câncer e até a morte.

Alguns grupos, especialmente religiosos, afirmam que a castidade, a abstinência sexual e a fidelidade poderiam bastar para evitar a disseminação de tais doenças.

Existem pesquisas [1] afirmam que a contaminação de pessoas monogâmicas e não-fiéis portadoras de DST tem aumentado, em resultado da contaminação ocasional do companheiro(a), que pode contrair a doença em relações extra-conjugais. Todavia, as campanhas pelo uso do preservativo nem sempre conseguem reduzir a incidência de doenças sexualmente transmissíveis.

O ramo da medicina que estuda as DST é denominado no Brasil "Deessetologia". No passado, essa especialidade era conhecida como venereologia, termo em desuso pois carrega em si muito preconceito, uma vez que no passado era sinônimo de atividade sexual com prostitutas.
[editar] Relação de doenças sexualmente transmissível

Anticoncepcional x saúde da pele e dos cabelos!


A pílula anticoncepcional é um dos métodos contraceptivos mais populares entre as mulheres. No entanto, há muitas dúvidas sobre à interferência dessas doses de hormônios na beleza da pele e cabelos.
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Segundo o dermatologista Ademir Jr., de São Paulo, a combinação de alguns hormônios nos comprimidos pode ajudar no controle da oleosidade, da acne, no excesso de pelos no corpo e na queda de cabelos, além de, é claro, prevenir a gravidez indesejada.
"Atualmente, a tendência é a de usar produtos que melhorem os cabelos e reduzam os pelos do corpo. No caso dos que estimulam os cabelos do couro cabeludo, um dos objetivos é ajudar no tratamento de queda", conta o médico. "Resultados positivos frente a estes problemas começam a aparecer após algum tempo de uso do remédio", garante.
Como qualquer outro medicamento, os anticoncepcionais também possuem alguns efeitos colaterais. "Varizes, inchaço, aumento do peso, risco de embolia e acne. Queda de cabelo e hirsutismo (aumento dos pelos). Todos eles dependem da combinação dos hormônios da pílula prescrita pelo médico", afirma Ademir, também presidente do Grupo de Apoio a Portadoras de Síndrome dos Ovários Policísticos.
Claro que cada corpo vai responder de uma forma diferente. Portanto, a melhor escolha é sempre a visita a um especialista, que receitará o anticoncepcional mais adequado a você. "Para iniciar qualquer tipo de tratamento para os problemas citados, é fundamental procurar um ginecologista, um endocrinologista ou um dermatologista que se certificará de que o problema poderá ser corrigido com sucesso pelos anticonceptivos. Mais do que isto, será o médico que elegerá a melhor combinação de hormônios", alerta o dermatologista.

• Implante hormonal como método contraceptivo
• Anticoncepcional: Tire suas Dúvidas!

Ademir ressalta ainda que, em alguns casos, somente o uso de contraceptivos para melhorar a saúde da pele e dos cabelos, não é suficiente. "Às vezes há necessidade de tratamentos complementares aos anticonceptivos, em casos de queda capilar, podendo não ser as pílulas totalmente competentes para a melhora do quadro", adverte.